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Cristiane Batista da Conceição


A empresa: Engenho Dudinha

CONTATOS:
contato@engenhodudinha.com.br
www.engenhodudinha.com.br
Avenida José Neves da Costa - 81 - Centro - Simão Dias - SE

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Engenho Dudinha

Localizado na cidade de Simão Dias, a cerca de 100 quilômetros de Aracaju (SE), o Engenho Dudinha nasceu com o objetivo de resgatar uma tradição familiar secular. O grande responsável e idealizador desse projeto é o empresário Paulo Batista, que sempre sonhou em reativar o engenho administrado pelo seu avô e, posteriormente, pelo seu pai.

João Batista, avô de Paulo, foi quem iniciou as atividades do engenho. Ele era descendente de portugueses e se mudou para a região de Simão Dias no século XX, onde começou a plantar cana-de-açúcar e estabeleceu o engenho. A tradição continuou na família e o seu pai, José Batista, conhecido como Duda do Engenho, tocou o negócio com orgulho e dedicação, batizando o estabelecimento como “Engenho do Duda”. Em 1985, o engenho foi desativado. Três anos depois, seu pai faleceu.

Paulo Batista cresceu no engenho e trabalhou com seu pai, assim como todos os seus irmãos. Aos 23 anos, ele foi para São Paulo estudar e “tentar a vida” na cidade grande, onde se formou em Direito e seguiu carreira no Tribunal de Justiça de São Paulo por mais de 25 anos. Assim que se aposentou, Paulo não hesitou em retornar para sua cidade natal e realizar o grande sonho de dar vida ao empreendimento que sustentou toda a sua família por anos. E foi assim que, em 2005, nasce novamente o engenho, desta vez como Engenho Dudinha.

Até pouco tempo atrás, o engenho funcionava de forma artesanal, com característicasde produção semelhantes às dos engenhos do século XVI, com exceçãoà mão-de-obra, que nunca foi escrava.Desde sua primeira atividade, na época do avô de Paulo, os funcionários são parentes e amigos da região.

Hoje, o Engenho Dudinha está em plena atividade e já é possível encontrar algumas “máquinas do mundo moderno” nas instalações da fábrica. O cenário externo ao engenho também é muito diferente. Agora, o barulho da cana sendo esmagada se mistura ao som das buzinas de automóveis que circulam nas ruas movimentadas da pequena Simão Dias.

Graças ao sonho de Paulo, o Engenho Dudinha está mantendo uma tradição nordestina secular.

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